Queremos agradecer à Global Areas por ceder um espaço a Claudia Armesto, Diretora de Empatia Comunitária.
Em muitas organizações, continua-se discutindo se o trabalho híbrido funciona, se afeta a produtividade ou se enfraquece a cultura. No entanto, o foco do problema parece estar deslocado. Não é a forma como as pessoas trabalham que está em questão, mas sim o modelo de liderança sob o qual elas são geridas.
“O debate sobre o trabalho híbrido continua em aberto. Mas o problema não é a modalidade, e sim os modelos de gestão”, aponta, neste texto, a graduada Claudia Armesto.
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